Tuesday, 24 de August de 2010 às 12:55.
Arquivado em Games, Geral, Reviews, Wii.
Heeeey, pessoal! ;D
Comprei na semana passada o jogo Resident Evil: The Darkside Chronicles para o Wii. Hoje vou falar um pouco sobre ele e o que achei desse novo rail shooter da série da Capcom para o console da Nintendo.
Primeiramente, rail shooters são games nos quais o jogador não controla os movimentos dos personagens. A única coisa que você pode realmente fazer é atirar. Sim, nesse ponto parece ser bem chato, mas ainda assim acredito na possibilidade de tirar proveito e diversão de games nesse estilo.
* OBS: Essa review contém alguns spoilers. *
Bom, vamos conhecer um pouco do jogo, hm? ^__^
Nome: Resident Evil: The Darkside Chronicles
Desenvolvedora: CAPCOM
Lançamento: 17/11/09 (América do Norte)
Gênero: Survival Horror, Rail Shooter
Plataforma: Wii
ESRB: Mature
Sinopse: Resident Evil: The Darkside Chronicles conta eventos de Resident Evil 2 e Resident Evil CODE: Veronica, games antigos da série e que fizeram enorme sucesso. Além disso, conta com uma estória inédita, que se passa em 2002, onde Leon S. Kennedy e Krauser são enviados para uma missão no sul da América para descobrir pistas de Javier Hidalgo, homem que está envolvido no uso de um vírus na região e que tem ligação com a Umbrella Corporation.
Como sou muito fã de Resident Evil, principalmente dos jogos supracitados na sinopse, fiquei curiosa em ver como as cenas deles ficariam com gráficos melhores, embora tenhamos de concordar que gráfico não é tudo em um jogo.
Falando em gráficos, achei incrivelmente realistas, embora algumas cenas poderiam ter sido melhor feitas, mais fiéis aos jogos antigos. Para o jogo não ficar gigantesco, eles acabaram cortando várias partes das estórias dos jogos, adicionando algumas coisas que sinceramente eram desnecessárias.
A recomposição dos cenários, seja da mansão da família Ashford do Resident Evil CODE: Veronica como o Depto. de Polícia do Resident Evil 2, ficaram sensacionais. Uma pena o jogo ser rail shooter nesse ponto. Seria ótimo poder controlar os movimentos dos personagens só para poder ter o gostinho de vasculhar todo os lugares por conta própria.
O jogo é dividido por capítulos:
Memories of a Lost City: Eventos de Resident Evil 2.
Game of Oblivion: Eventos de Resident Evil CODE: Veronica.
Operation Javier: Eventos de 2002, com Krauser e Leon no sul da América.
Os eventos de Resident Evil 2 e Resident Evil CODE: Veronica ajudam a desvendar os mistérios da estória no sul da América (ou seja, do capítulo Operation Javier).
Dá pra jogar com até dois jogadores. Você pode escolher jogar com o Leon ou Krauser no Operation Javier; com Claire ou Steve, no Game of Oblivion; ou até mesmo entre Leon ou Claire, no Memories of a Lost City.
Durante o jogo inteiro você não joga sozinho, sempre em Co-op (com um parceiro). Isso é legal e ao mesmo tempo não, já que tem horas que o parceiro ou parceira dão dois tiros e acham que resolveram o problema. Hahaha! Você é praticamente quem tem que fazer tudo. É simplesmente inútil o co-op por causa disso. É um jogo que seria mais interessante jogar com mais de uma pessoa mesmo.
Aqui vão algumas imagens para vocês. Abaixo das imagens, coloquei o nome do capítulo a qual ela pertence e uns comentários (alguns ridículos para descontrair, hahaha):

Esses colegas são sempre muito amistosos. #vaisonhando. Sabe o grandão ali no meio? O nome dele é Mr. X. Cuidado com ele, viu? Esse cara vai te perseguir e muito. Quem jogou Resident Evil 2 sabe bem do que estou falando, hahaha! (Memories of a Lost City)

Pequeno, não? (Memories of a Lost City)

A doida da Alexia Ashford. (Game of Oblivion)

A mulher de vestido vermelho é a Ada Wong e outra de cabelo preso é a Claire Redfield. (Memories of a Lost City).

Steve Burnside e Claire Redfield. (Game of Oblivion)
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Com certeza esse zumbi não sabe que em “boca fechada não entra mosca”. (Operation Javier)

William Birkin depois de ter injetado em si mesmo o G vírus, que aliás foi ele quem criou. #TENSO (Memories of a Lost City)
O que mais gosto em todos os games da série Resident Evil é a emoção dos personagens e suas estórias em meio a uma situação de risco e caótica. Mesmo com toda aquela “tensão” de “estamos sendo atacados por seres geneticamente modificados” eles conseguirem adicionar romance, amizade e parceria.
Meu “casal” favorito da série é a Ada Wong e o Leon S. Kennedy, desde a aparição deles em Resident Evil 2 e também em Resident Evil 4.
Voltando para o Resident Evil: The Darkside Chronicles: eles conseguiram expressar bem o romance entre os dois, embora tiveram de cortar muitas cenas e algumas poderiam ter feito melhor.
Uma cena fofa é a do beijo. Para aqueles que tiverem interesse em ver, segue abaixo (vídeo do YouTube):
Ai… esse Leon fofo… me joga na parede e me chama de Licker! Ahm, Licker não.. muito feio… HAHAHA… ahm, então… não consegui achar um vídeo só da cena, por isso o vídeo é enorme, hahaha! Tem um pouco de gameplay também, pelo menos dá pra vocês verem melhor como é a jogabilidade, os gráficos em CG e os in-game.
Ouvi algumas pessoas reclamando que a tela “gira demais” pra lá e pra cá e que dá umas tonturas. Eu não senti nada disso (hahaha). O chato é que por a tela “mexer” demais, às vezes fica difícil de focalizar no inimigo e atirar direito, mas dá pra conseguir. Além disso, a hand gun tem munição infinita, por isso atire à vontade e tente não gastar muito a munição de armas mais poderosas, pois elas são as que mais têm efeito contra os bosses e inimigos mais fortes (Dã, essa foi óbvia, hahaha). No decorrer do jogo e de acordo com a pontuação obtida nos capítulos e subcapítulos, você pode dar upgrades significativos em suas armas, então aproveite!
Enfim, é um jogo que vale a pena ter na sua coleção, principalmente se você for fã de série. Não é o melhor, mas também não é o pior. Dá pra levar alguns sustos e se divertir bastante. ;D
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